Realize sua psicoterapia no formato que melhor atende às suas necessidades, em um ambiente onde você se sinta confortável para falar sobre o que está vivendo.
VOCÊ NÃO PRECISA ENFRENTAR TUDO SOZINHO (a).
Olá! Meu nome é Márcia Cação, sou Psicóloga Clínica e Hospitalar, com CRP ativo, pós-graduada em Psicologia Hospitalar pelo Ensino Einstein, com formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e Especialista em Tanatologia, com atuação voltada para luto e perdas.
Na Psicologia Hospitalar, atuo no cuidado de pacientes e familiares em contextos de adoecimento, especialmente em Oncologia, UTI e unidades de internação, realizando acolhimento, suporte psicológico, avaliação emocional e acompanhamento diante de situações de maior vulnerabilidade, incluindo processos de luto, perdas e cuidados paliativos.
Na prática clínica, realizo atendimentos psicológicos no formato online e presencial, proporcionando um espaço seguro, ético e acolhedor, onde cada pessoa possa expressar suas emoções, compreender sua história e desenvolver recursos para lidar com seus desafios.
Acredito que a psicoterapia é um espaço de escuta, acolhimento e transformação. Meu propósito é caminhar ao lado de cada paciente, respeitando sua singularidade e seu tempo.
Sejam bem vindos!
O atendimento presencial é realizado em consultório preparado para oferecer um ambiente acolhedor, tranquilo e seguro para cada paciente. As sessões têm duração de 50 minutos e são realizadas mediante horário previamente agendado.
Todo o processo é conduzido com sigilo profissional, ética e respeito, proporcionando um espaço de escuta e cuidado para que você possa falar sobre suas questões com tranquilidade.
É dever de todo psicólogo cumprir o estabelecido pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP), em todas as sessões, seja de modo presencial ou online.
O atendimento online oferece a mesma qualidade, ética e cuidado do atendimento presencial. As sessões têm duração média de 50 minutos e são realizadas em horário previamente agendado.
Para um atendimento de qualidade, é importante contar com conexão estável de internet, câmera ligada e um ambiente tranquilo e privativo, garantindo o sigilo e a liberdade necessários para que você possa falar sobre suas questões com conforto e segurança.
A orientação para pais é um processo de acompanhamento psicológico que auxilia os responsáveis na compreensão das necessidades emocionais e comportamentais de seus filhos, favorecendo relações familiares mais saudáveis e fortalecendo o vínculo entre pais e filhos.
Durante os encontros, são trabalhadas estratégias para aprimorar a comunicação, lidar com desafios do desenvolvimento infantil e adolescente e enfrentar conflitos do cotidiano. Não se trata de oferecer respostas prontas, mas de construir, em conjunto, formas mais conscientes e acolhedoras de cuidar e educar.
A grande verdade é que você é a pessoa que escolhe ser.
Todos os dias você decide se continua do jeito que é ou muda.
A grande glória do ser humano é poder participar de sua autocriação.
(Roberto Shinyashiki)
O luto é um processo de elaboração decorrente da perda de algo ou de alguém que é importante para nós. Por isso, não vivenciamos um luto apenas quando alguém que amamos morre, vivenciamos um luto toda vez que perdemos algo significativo : perda do animal de estimação, perda do emprego, perda gestacional, término de uma relação amorosa (namoro, noivado), amputação, chegada da aposentadoria, diagnóstico de uma doença crônica, saída da casa dos pais, divórcio, desaparecimento, encarceramento, entrega de um filho para a adoção, falência, infidelidade conjugal, infertilidade, impotência sexual, má-formação, mudança de cidade ou país, entre outras. Essas são exemplos de situações que envolvem perdas e que costumam estar associadas a um processo de luto.
Quais foram as perdas mais dolorosas que você já enfrentou? Naquele momento você tinha ciência de que estava vivenciando um processo de luto? Reconhecer e dar espaço para a dor é fundamental. Se estiver muito difícil para você, não hesite em buscar ajuda profissional, você não precisa passar por isso sozinha (o)!
A forma como a notícia é comunicada faz diferença na maneira como a criança vivencia o luto. Sempre que possível, a conversa deve ser conduzida por um adulto com quem ela tenha vínculo de confiança, utilizando uma linguagem simples, clara e adequada à sua idade.
É importante responder às perguntas com sinceridade, evitando metáforas como "foi dormir" ou "virou uma estrela", pois elas podem gerar confusão e medo. Cada criança compreende a morte de forma diferente, de acordo com seu desenvolvimento, e pode precisar fazer as mesmas perguntas mais de uma vez. O mais importante é oferecer acolhimento, segurança e estar disponível para ouvir e apoiar suas emoções.
A melhor forma de apoiar uma pessoa enlutada é estar presente com respeito, escuta e acolhimento. Não é necessário encontrar as palavras perfeitas ou tentar aliviar a dor a qualquer custo. Muitas vezes, a presença, o silêncio e a disponibilidade para ouvir são os gestos mais importantes.
Evite frases como "você precisa ser forte", "o tempo cura tudo" ou "ele está em um lugar melhor", pois, embora bem-intencionadas, podem minimizar o sofrimento. Cada pessoa vivencia o luto de forma única e precisa ter suas emoções respeitadas. Oferecer apoio, compreender o tempo de cada um e incentivar a busca por ajuda psicológica, quando necessário, são formas de cuidado que fazem diferença.
Sim. O luto pode despertar tristeza, saudade, culpa, raiva, medo, ansiedade e muitas outras emoções. Esses sentimentos podem variar ao longo do processo e fazem parte de uma experiência humana, individual e única.
Importante saber: O luto desperta inúmeras reações e afeta a pessoa enlutada de forma integral em suas dimensões: física, emocional, comportamental, cognitiva e espiritual.
• Sentimentos: Sensações e sentimentos como, choque, negação, entorpecimento, ansiedade, raiva, culpa, medo, desamparo e alívio são normais.
• Sensações físicas: Dores físicas, falta de ar, nó na garganta, entre outros.
• Cognição: Sentir-se confuso, desorganizado, ter lapsos de memória e atenção prejudicada são reações normais e até esperadas.
• Comportamento: Restrição ou excesso de sono, abuso de álcool, fumo, drogas ou medicamentos, comportamento “aéreo” ou querer isolar-se socialmente.
• Espiritualidade: Para alguns, a espiritualidade é importante fonte de estratégias de enfrentamento nesse momento de crise. Outros enlutados, entretanto, podem questionar sua fé e “brigar” com Deus.
A psicoterapia oferece um espaço seguro, acolhedor e sigiloso para que a pessoa possa expressar seus sentimentos, compreender suas emoções e elaborar a perda de forma saudável. O acompanhamento psicológico contribui para fortalecer os recursos emocionais, respeitando o tempo e a singularidade de cada pessoa.
Viviane Balbi
Luciane Figueiredo
Gabriel Bandeira
Tatiane Sousa R. dos Santos
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